fala-me ao ouvido: a densidade de Banks


Eu sei, eu sei. Não é um álbum deste ano e nem sequer é o trabalho mais recente da californiana Jillian Banks, mas, para mim, continua a ser um dos melhores lançamentos da indústria musical até à data. Vibrante, intensa e explosiva, esta gemiana nascida em 1988 (soul sister alert, I know!) é uma das minhas companhias favoritas nos dias gélidos de outono. As músicas remetem-me para a ambiência presente nos discos de Fiona Apple, London Grammar, Kyla La Grange e MØ, mas a forma como Banks se despe de emoções aos nossos ouvidos, confidenciando-os os seus segredos mais profundos, aproxima-nos dela. Floresce um laço indizível e a aura mística desta deusa embala-nos com determinação. Bang bang!

"Take it from the girl you claimed to love.
You got to get some bad karma.
I'm the one who had to learn to build a heart made of armor."


*Cliquem na imagem e mergulhem nas profundezas de Drowning.

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